Resenha do vídeo-filme
Passageiros (2008), apresentado em sala de Aula, na disciplina de História da Psicologia,
como pré-requisito do trabalho desta disciplina. Na Faculdade FAMA, Vilhena – RO.
No inicio da
trama (filme) temos um grupo de pessoas que são apresentadas como “os
sobreviventes” de um trágico acidente de avião, estes necessitam fazer terapia
de grupo devido à gravidade do acidente e das possíveis sequelas psíquicas que
poderiam advir deste o traumático episodio.
Entra em cena
a Psiquiatra, Claire, encarregada de realizar a terapia com aqueles que estavam
no acidente, ela conhece Eric um dos “sobreviventes” que parece ter
desenvolvido habilidades extrassensoriais.
No decorrer
das seções são apresentados os pacientes que vão descrevendo as suas historias
– dentro de suas próprias capacidades de
percepção da leitura da realidade – e fatos estranhos começam a acontecer.
As pessoas começam a sumir misteriosamente, este fato nos “leva” a pensar de
forma semelhante a nossa protagonista: Que acredita que a Companhia aérea teve
algo de irregular neste acidente aéreo e agora está sumindo com os sobreviventes.
Ela passa a
exercer um papel que vai além das atribuições profissionais, começa a questionar-se
e investigar sobre as reais intenções da Companhia aérea sobre aquele grupo de
pacientes e se envolve emocionalmente com Eric, indo muito além do que a ética
profissional permite ao terapeuta estabelecer numa relação paciente-terapeuta.
A trama do
filme apresentada e envolvente e elaborada de forma que ficamos presos à
leitura da realidade descrita segundo a visão da protagonista. Quase no final
do filme, ela descobre a verdade que
emerge como a mais provável, todo o
grupo de pacientes estão mortos inclusive ela, e toda a historia que eles estão
vivenciando faz parte de um processo de percepção e aceitação de uma nova
realidade – a de que nenhum deles
sobreviveu ao acidente de avião e ela estava lá, ao lado de Eric –.

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